Água: Dona da Vida

Água

Por Cristhiane Silva Pinto*

Estou aqui para falar de um assunto que me parece muito propício para o momento em que nos encontramos: vou falar com vocês sobre ÁGUA!

Água? Que relação tem com o momento em que vivemos? A resposta é simples: A água, assim como o oxigênio, é uma força motriz do corpo humano. Estamos no Rio de Janeiro, em pleno verão (mais de 40 gruas na sombra!).

Mesmo quando estamos saudáveis, a desidratação, ou seja, a falta de água no organismo, gera inúmeros sintomas e piora de forma significativa a nossa performance diária. A água orgânica, associada aos eletrólitos (sais minerais) nela imersos, é a responsável pela manutenção da maioria das atividades celulares e funcionamento de órgãos. Sua diminuição implica em perda de funções orgânicas consideradas vitais. Entre os principais sintomas causados pela desidratação temos: boca e pele secas, diminuição do suor, cefaléia, sonolência, vertigens, fadiga, cansaço, pressão baixa, perda de consciência, convulsões, coma, falência de órgãos e morte.

E o que faz a desidratação ocorrer? Vários fatores podem estar associados à desidratação, porém podemos resumi-los da seguinte forma: Baixa ingestão de fluidos ou perda aumentada de líquidos corporais (suor, urina, diarréia, vômitos).

Os idosos e as crianças são normalmente os mais prejudicados pela desidratação, pois seus organismos se desequilibram com muita facilidade. Porém, não podemos esquecer, que nossa população de pacientes oncológicos também é considerada de risco.

Os Pacientes Oncológicos podem apresentar vários motivos para desidratação, entre eles podemos destacar:

– Anorexia e dificuldade tanto para alimentar-se quanto para ingerir líquidos.

– Náuseas, vômitos e diarréia resultantes de do uso de vários tipos de quimioterápicos e outras medicações.

Beber líquidos não é fácil, principalmente quando não se tem sede (como no caso dos idosos) ou se está nauseado ou com dor (como no caso dos pacientes oncológicos), mas é extremamente importante! Nesse calor carioca, o ideal é que se mantenha uma ingestão de cerca de 2 litros por dia, principalmente associada à reposição de eletrólitos.

Podemos tomar água, água de coco, chás, sucos, bebidas isotônicas, não importa. O importante é mantermos nosso corpo o mais hidratado possível, afinal de contas, toda máquina precisa de combustível para funcionar!!

*Cristhiane Silva Pinto é médica especialista em Cuidados Paliativos e Bioética. Atua nas Unidades de Cuidados Paliativos do INCA e da OncoVitae.

Sobre oncovitae

Clínica de oncologia em Botafogo, Campo Grande, Madureira e Tijuca - Rio de Janeiro. Consultas oncológicas, cururgia oncológica, quimioterapia, psiconcologia, nutrição oncológica. Convênio ou particular.

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